A indústria gráfica chegou a Goiás em 1830, em uma impressora carregada por animais. Veio para imprimir o jornal Matutina Meiapotense e, até os dias de hoje, a história da indústria gráfica se confunde com o jornalismo. Neste livro está um pouco dessa saga, mostrando os principais jornais do interior goiano e as pessoas que morreram pelo que escreviam. No trabalho identificou-se o primeiro gráfico goiano e o primeiro livro editado em Goiás. Com a construção da capital surgiram os grandes jornais, como O Popular, e na década de 50 foi fundado o Sindicato das Indústrias Gráficas. Acompanhe a luta da entidade, os problemas, a contaminação por chumbo dos funcionários e a tradição goiana na edição de livros.
131 páginas
Papel de miolo: chambril alto alvura 90g
Capa dura






















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